Resenha: Sempre Haverá Você - Heather Butler

05/01/2017

Sempre Haverá Você
Uma família, um cão, um novo começo...
Heather Butler
Ano: 2017 / Páginas: 256
Idioma: português 
Editora: Novo Conceito
A mãe do George e do Theo é genial. Ela conta histórias incríveis, acena mais rápido do que qualquer pessoa do planeta e, o mais importante, foi ela que sugeriu que eles adotassem um cachorro porcalhão chamado Goffo. Os meninos acham que ela é invencível. Mas eles estão errados. Porque a mamãe está doente. E cabe ao George e ao Theo fazer a mamãe continuar sorrindo. O que, muito provavelmente, vai envolver galochas, tortas de carne e a participação do Goffo no Concurso de Talento Animal...
Agora que a mamãe ficou doente, está cada vez mais difícil sorrir e inventar versos com o Theo. Sempre haverá você conta sobre uma família diferente da sua, mas um pouquinho parecida. E de um menino que está aprendendo algumas coisas. Você quer ser amigo dele?

Olá!
Confira a resenha do livro Sempre haverá você, da autora Heather Butler. Publicado pela editor Novo Conceito.
George, 10 anos, mora com seus pais , seu irmão mais novo Theo e Goffo, o cão que adotaram.
George tem um grande amigo, Dermo,  em quem confia seus sentimentos bons ou ruins.
Geoge descobre que sua mãe está doente, e sua vida começa a se transformar à medida que a doença de sua mãe a torna cada vez mais debilitada.
Theo é um garotinho esperto e levado  que gosta de contar os “puns” que Goffo solta durante o dia.  Quando a tia Chrissie lhes conta que uma pessoa peida em média catorze vezes ao dia, George e Theo, sem perda de tempo, transformam o número catorze em um código secreto, porque seus pais lhes proibiram falar a palavra peido.
“O Theo e eu achamos que tudo o que tem a ver com gases é incrivelmente hilário.”
George é inteligente, conhece um grande número de palavras fora do vocabulário usual das pessoas, e seu passatempo predileto é jogar o “Jogo da visita” com sua mãe. Só ele joga com  ela. E tem um detalhe: quando ele gosta de uma palavra, usa-a com letra aumentada, caso contrário, diminui-lhe o tamanho.
“O jogo da visita é uma coisa que só eu e mamãe jogamos. O Theo não gosta de aprender palavras novas como eu gosto, e o papai só chega às oito horas da noite.”
Ele detesta a palavra câncer, pois ela está debilitando sua mãe que vive cansada e com dor de cabeça.
Ele e o irmão se encarregaram de fazer a mãe sorrir, mas com o tempo passando, fica cada vez mais difícil.  George fica tomado por sentimentos ruins, sabe que a mãe não vai melhorar. Já perdeu a vontade de construir rimas com Theo.
Ele se vê às lágrimas.
“Os pensamentos ruins têm unhas afiadas. Eles estão cavando dentro do meu cérebro. Porque os pensamentos ruins estão agitando, repuxando e  enforcando o meu  cérebro, como se o rasgassem em pedaços.”
A mãe morre. As pessoas ficam tristes. A família guarda a lembrança daquela mãe que um dia lhes parecera invencível.
Agora, juntos  buscam uma forma de continuar em frente, porque é assim que deve ser.
É uma história que sensibiliza pelo muito amor com boa dose de humor, sem deixar de pontuar o lado dramático.
Uma bela capa e diagramação agradável à leitura.
Rosana Gutierrez

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