Resenha: O Lobo e a Pomba - Kathleen E. Woodiwiss

31/01/2017

O Lobo e a Pomba
Kathleen E. Woodiwiss
Ano: 2012 / Páginas: 496
Idioma: português 
Editora: Best Bolso

Autora de mais de 13 best-sellers, Kathleen E. Woodiwiss (1939-2007) revolucionou o romance histórico moderno ao criar personagens inesquecíveis e tramas repletas de paixão. O lobo e a pomba se passa na Inglaterra, em 1066. As forças normandas invadem o território saxão. Impotente, a jovem Aislinn assiste à destruição de tudo o que lhe é precioso. Quando Sir Wulfgar chega para assumir a posição de novo senhor das terras do pai de Aislinn, ela descobre que seu maior inimigo pode ser o próprio coração.
Na Inglaterra, no tempo dos druidas, houve certa vez um guerreiro de grande coragem que desafiou e venceu os deuses em combate, como punição, foi transformado em lobo de ferro.
Segundo a lenda, nos momentos em que a guerra assola a Terra, o lobo volta à vida na forma de um guerreiro ousado, invencível e imortal. Como agora, quando normandos e saxãos entram em conflito em Darkenwald e a vida da bela Aislinn depende da concretização da profecia.
Filha de um nobre assassinado pelos invasores, Aislinn é a sofrida heroína de o Lobo e a Pomba.
Olá,

É sangue pra todo o lado!
Fiquei anos com esse livro parado na estante e morrendo de medo ler, por conta das resenhas dizendo que era “pesado”, “machista” e “violento”. Sinceramente, não achei nada disso.
Acho que o grande problema é que o povo hoje em dia quer histórias higienizadas. Uma boa história não é higiênica, não tem personagens bonzinhos que só querem fazer o bem e tomam decisões politicamente corretas o tempo todo. Acho que eu não teria nem estômago para ler uma história xarope dessas. 
O Lobo e a Pomba é uma história da época medieval, onde os reinos eram conquistados na ponta da espada, o mais forte vencia o mais fraco e as pessoas tomavam banho uma vez por ano (quando muito).

O pai de Aislinn é morto durante uma dessas conquistas, o seu castelo é tomado pelo conquistador, Ragnor, um homem desprezivel que não é o “mocinho” da história, e ela é feita prisioneira. Quando sir Wulfgar (o lobo) chega para tomar seu lugar como novo lorde do castelo, ele também toma Aislinn como sua mulher, e tenta de todas as maneiras subjugar a mocinha e fazer com que ela aceite a sua nova situação. Bom, Aislinn é uma mulher de sua época, ela sabe que não adianta espernear muito, e sua primeira preocupação sempre deve ser com o seu povo, então ela faz um esforço para aceitar a situação (mas nem tanto) e tentar com isso melhorar a situação da sua população. Mas nem por isso aceita tudo o que acontece de cabeça baixa, e dá muito trabalho para o Wulfgar que não sabe o que fazer com uma mulher tão irrascível e cheia da razão, afinal, mulher foi feita para ficar quieta no canto e dizer amém pra tudo.

A história me envolveu desde as primeiras páginas. Algumas vezes eu fiquei chocada com a crueza de algumas cenas, mas o contrario não faria sentido com a época retratada. Então, se você gosta de um bom romance histórico e não se importa com uns espirros de sangue, é um bom livro para você.

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