Lançamentos Maio - Grupo Autêntica

11/05/2016


Confira as capas e as sinopses:




O Livro do Bem 2
Para se aventurar e ver o mundo com outros olhos
Ariane Freitas, Jessica Grecco

Esse é um livro cheio de aventuras, mas com aquele toque de amor e motivação para realizar os sonhos, porque a gente sabe que às vezes faz falta um empurrãozinho no meio da luta diária. 
Além de explorar o que você sente, convidamos você a sair da zona de conforto e observar o mundo à sua volta, seja viajando, seja conhecendo sua cidade, seja tomando coragem para conhecer as pessoas e as coisas que estão por perto e que você nem sempre nota. 
Este é um livro sobre viagens – dentro e fora do seu coração. É um mapa para as coisas pequenas e especiais da vida. Cada minuto que você dedicar a ele tornará sua visão de mundo ainda mais ampla e especial. Mas ele só vai te mostrar os caminhos se você topar embarcar nesta loucura, fazendo-o seu de verdade. 
Com frases e reflexões, ilustrações fofinhas, fotos e tarefas que fazem a gente sentir vontade de largar tudo e ir viajar na hora, além de playlists para embalar os dias… E aquela carinha de diário que ajuda tanto na hora de abraçá-lo e fazer as atividades como se fosse seu melhor amigo. Nunca se esqueça de coloca-lo na bolsa! 
E fica aqui um convite: fotografe e publique tudo o que você fizer no seu Livro do Bem nas redes sociais com tag #livrodobem. Porque o que é do bem merece ser compartilhado.

A Bela e o Ferreiro
Tessa Dare

Diana Highwood estava destinada a ter um casamento perfeito, digno de flores, seda, ouro e, no mínimo, com um duque ou um marquês. Isso era o que sua mãe, a Sra. Highwood, declarava, planejando toda a vida da filha com base na certeza de que ela conquistaria o coração de um nobre. Entretanto, o amor encontra Diana no local mais inesperado. Não nos bailes de debute em Londres, ou em carruagens, castelos e vales verdejantes… O homem por quem ela se apaixona é forte como ferro, belo como ouro e quente como brasa. E está em uma ferraria…
Envolvida em uma paixão proibida, a doce e frágil Diana está disposta a abandonar todas as suas chances de um casamento aristocrático para viver esse grande amor com Aaron Dawes e, finalmente, ter uma vida livre! Livre para fazer suas próprias escolhas e parar de viver sob a sombra dos desejos de sua mãe. Há, enfim, uma fagulha de esperança para uma vida plena e feliz. Mas serão um pobre ferreiro e sua forja o “felizes para sempre” de uma mulher que poderia ter qualquer coisa? Será que ambos estarão dispostos a arriscar tudo pelo amor e o desejo?


Uma morte horrível
Pénélope Bagieu

Zoé trabalha em excesso e ainda precisa suportar o namorado desempregado e grosseiro. Até que cruza o caminho de Thomas, um escritor de sucesso à procura de inspiração.
Nada intelectual, ela não sabe diferenciar Balzac de Batman, mas vai ter que ficar esperta… porque Thomas esconde um segredo que coloca Zoé no meio do que pode se tornar o escândalo literário do século. 
De uma das quadrinistas mais conhecidas da França, Uma morte horrível é uma história de amor e ambição com uma heroína inesquecível.

O chamado do oceano
Nancy Osa

O perigo ronda mais uma vez! Os recursos marinhos do Mundo da Superfície estão sendo drenados, ao mesmo tempo em que relíquias antigas e tesouros são roubados do grande museu da capital… E ninguém sabe o motivo. Esse é o início de uma nova aventura para o Capitão Rob e os soldados do batalhão Zero, uma história que coloca nossos heróis contra o maior desafio de suas vidas.


Mário de Andrade
Exílio no Rio
Moacir Werneck de Castro

“Naquele brando inverno carioca de 1938, Mário de Andrade dava os primeiros passos de uma vida nova. Tinha anunciado à família que saía de férias, mas era mudança mesmo. Precisava fugir de São Paulo custasse o que custasse, embora com o sacrifício de arrostar pela primeira vez, já quase aos 45 anos, o afastamento do convívio materno que o aconchegava.
Ir ao Rio de Janeiro ia sempre, com alvoroço de menino. Achava maravilhosa a natureza; a gente o surpreendia e encantava. Cidade enfeada pela miséria, mas rica de humanidade, amava-a à distância, de amor platônico, feito de furtivos contatos. Numa de suas breves temporadas, assistiu ao carnaval carioca. A festa popular inspirou um poema em que botava pra fora sua “frieza de paulista”, seus “policiamentos interiores”. No Rio, convivia alegre com amigos escritores e artistas, entrava pela noite em discussões, lia e ouvia poemas nascidos de uma nova estética da qual ele, já conhecido como o “papa do Modernismo”, era pioneiro. Quem sabe, pensava, não poderia morar lá?
Desta vez trazia uma mágoa muito funda, causada pelo naufrágio de um projeto a que se dedicara todo durante três anos, à frente do Departamento de Cultura da Municipalidade de São Paulo. E essa amargura foi o elemento aglutinador de dores esparsas do corpo e da alma, sorrateiramente acumuladas.
Até então costumava dizer, descuidado: ‘Eu sou feliz!’. Mas de repente acontecera aquele grande dissabor, que o punha desarvorado diante das armadilhas do destino. Tinha ideia formada: considerava o destino uma conquista, realização perfeitamente controlada de “tendências pessoais”, e não trama inelutável dos fatos. Agora, desmoronada essa certeza, tudo ficava muito confuso.
O jeito foi a fuga, o exílio no Rio.”

Famílias homoafetivas
A insistência em ser feliz
Lícia Loltran

Este livro-reportagem de Lícia Loltran é um convite à desconstrução de estereótipos sobre os relacionamentos homoafetivos. Há, na sociedade, uma distorção quanto ao público e o privado dessas relações e uma tendência em limitá-las, apenas, ao campo do sexo e da intimidade (privado) e não ao da afetividade, da busca pela felicidade e do respeito à diversidade. De forma humana e sensível, Lícia Loltran traz para o público leitor histórias de vida que ressaltam a busca pela felicidade fora dos “padrões” judaico-cristãos. Essas histórias também destacam as dificuldades de casais homoafetivos na legalização de suas uniões, nas adoções e, principalmente, na superação de preconceitos. Mesmo que o teor “militante” não se faça presente nos textos, este livro é, na verdade, uma brilhante iniciativa de humanizar casais de mulheres com filhos que fogem da heteronormatividade, mas que, para existirem, tiveram de se sujeitar a leis e à ordem estabelecida. Nesse sentido, o livro tem uma perspectiva política, pois traz situações decorrentes da própria luta dos casais homoafetivos, como a superação de barreiras familiares, sociais e institucionais. Tudo isso sem cansar o leitor, pois cada narrativa está recheada de detalhes, singularidades que, no conjunto, se tornam plurais. Na verdade, a leitura de Famílias homoafetivas: a insistência em ser feliz é mais que um convite à reflexão sobre o sentido de democracia e de respeito à diversidade em uma sociedade ainda homofóbica.
Céres Santos
Jornalista e mestre em Educação e Contemporaneidade

O realismo impossível

André Bazin 

André Bazin nos mostra como ver, ouvir, sentir, compreender filmes e escrever sobre eles. Lições de coisas e de estilo. Ensina que filmes não “falam” disto ou daquilo, nem “abordam” este ou aquele tema. Filmes se “fazem com”: sobreimpressões, panorâmicas, reflexos em vitrinas, o barulho de uma descarga sanitária, posições de corpos no espaço, músicas, profundidades de campo, as peculiaridades dos sotaques das pessoas, reenquadramentos para a esquerda e para a direita, luzes e sombras. Os recursos da cozinha e do gosto cinematográficos.
No cinema, a realidade é aquilo em que acreditamos, e não o que “de fato é, ou foi”, crença criada por regras do jogo (do discurso) articuladas como sistema internamente referido e supostamente coerente, propostas implicitamente pelo filme e inferidas pelo espectador. Devemos sempre falar de efeitos de realidade, em vez de reprodução do real.
Para Bazin, Jean Renoir descobriu, reinventou, estendeu e exemplificou as muitas possibilidades do realismo no cinema, para que este fosse fiel à sua vocação. O filho de Auguste Renoir se afirmou como homem do futuro, que nenhum progresso técnico incomodou, e foi um dos mestres do realismo cinematográfico.
Ronaldo Noronha

O tempo que resta
Um comentário à Carta aos Romanos
Giorgio Agambe

Num de seus primeiros livros, Infância e História, Giorgio Agamben sustenta que a cultura moderna não conseguiu elaborar uma ideia do tempo de acordo com sua concepção da história. Isso se deve, explica, à herança grega que, para além de suas diferenças, segue presente na representação cristã do tempo que a cultura moderna secularizou. De fato, retomando uma expressão de Santo Agostinho,
quer se trate do círculo, quer se trate da linha, ou seja, da temporalidade circular dos antigos ou da linearidade dos cristãos, o tempo é sempre concebido como uma sucessão contínua de pontos. E, desse modo, a experiência cristã do tempo permanece presa na subordinação ao espaço.
O presente trabalho procura confrontar esse duplo desafio: trazer à luz a experiência cristã do tempo, isto é, do tempo do Messias, para dispor de uma ideia do tempo à altura da dimensão histórica do homem.
Dividido em seis jornadas, o autor se ocupa das dez primeiras palavras da Carta de Paulo aos romanos. Cada uma delas é objeto de um comentário erudito que se alimenta das mais diversas fontes: da própria Escritura, da filosofia, dos midrashim judaicos, do direito romano, da literatura, etc. Todas se encaminham para o mesmo lugar, até um agora que já não é um ponto na sucessão do círculo ou da linha, mas um tempo que resta, que se contrai para abrir o presente à sua dimensão mais íntima.
Dois livros de Agamben são originalmente seminários, A linguagem e a morte, em que aparece pela primeira vez a figura do homo sacer, e o presente trabalho. Na minha opinião, eles representam, em grande parte, os pilares conceituais de sua vasta obra.
Edgardo Castro

Formação de professores e Direitos Humanos
Construindo escolas promotoras da igualdade
Keila Deslandes

Esta compacta e vigorosa publicação, Formação de professores e Direitos Humanos: construindo escolas promotoras da igualdade, de Keila Deslandes, incide com muita propriedade no contexto brasileiro recente, marcado por ameaças aos valores democráticos. Cartografando o campo de tensões que se estabeleceu nacionalmente em torno dos temas gênero e diversidade nas escolas e políticas educacionais, a autora recuperou, em seu texto, análises sobre o conceito de gênero e sua incidência nos principais documentos federais, que embasaram as políticas educacionais do Brasil no período 2005-2015. Além disso, mapeou o revide de grupos fundamentalistas religiosos atuantes no poder Legislativo, analisando as alterações dos PNEs relativas à temática gênero e diversidade, bem como projetos de lei elaborados para impedir a abordagem de gênero nas escolas. Constituiu, com sobriedade, o campo controverso dos usos da categoria gênero, convidando, assim, o/a leitor/a a refletir sobre as políticas educacionais brasileiras contemporâneas e o papel das escolas na promoção da igualdade de gênero.
Alcilene Cavalcante de Oliveira
Historiadora, doutora em Letras (UFMG), com pós-doutorado em História (UFF)
Professora Adjunta da Universidade Federal de Goiás


Uni, duni, tê
Conto eu, conte você!
Alex Lutkus, Leo Cunha (texto), Alex Lutkus (ilustração)

As imagens de Alex Lutkus são impactantes, únicas e, certamente, deixam marcas. Desconfio que Lutkus seja mágico! E, como todo mágico, ele precisa de palavras mágicas, rápidas. Certeiras. 
Precisa da poesia que só o Leo Cunha faz com tanta simplicidade e sofisticação. Conclusão: texto e imagem se encaixam que nem coelho e cartola. Uma beleza! 
Hoje é dia de magia: que tal abrir a caixa surpresa?


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3 comentários :

  1. Oi, Elis!
    Dessa vez não me interessei por nenhum dos dez lançamentos do Grupo Autêntica, nem mesmo o romance histórico da Tessa Dare, um gênero literário que curto bastante, me deixou curiosa...
    Bjos!

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  2. Estou doida nessas séries da Tessa Dare que estão lançando. Já quero ler esse novo também.
    Achei interessante de o Famílias homoafetivas. Mas foram só esses que chamaram atenção.

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  3. Comprando minha coleção da Tessa, então A Bela e o Ferreiro muito me interessa... o restante já não curti.

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Obrigada por comentar!
Feliz dia!!!

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