Lançamentos: Grupo Editorial Autêntica

28/04/2016

Lançamentos da Gutenberg

Romance com o Duque
Tessa Dare

“Izzy sempre sonhou em viver um conto de fadas. Mas, por ora, ela teria que se contentar com aquela história dramática.”
A doce Isolde Ophelia Goodnight, filha de um escritor famoso, cresceu cercada por contos de fadas e histórias com finais felizes. Ela acreditava em destino, em sonhos e, principalmente, no amor verdadeiro. Amor como o de Cressida e Ulric, personagens principais do romance de seu pai.
Romântica, ela aguardava ansiosamente pelo clímax de sua vida, quando o seu herói apareceria para salvá-la das injustiças do mundo e ela descobriria que um beijo de amor verdadeiro é capaz de curar qualquer ferida.
Mas, à medida que foi crescendo e se tornando uma mulher adulta, Izzy percebeu que nenhum daqueles contos eram reais. Ela era um patinho feio que não se tornou um cisne, sapos não viram príncipes, e ninguém da nobreza veio resgatá-la quando ela ficou órfã de mãe e pai e viu todos os seus bens serem transferidos para outra pessoa.
Até que sua história tem uma reviravolta: Izzy descobre que herdou um castelo em ruínas, provavelmente abandonado, em uma cidade distante. O que ela não imaginava é que aquele castelo já vinha com um duque…

A cura invisível
Andrew Smith

ALIADOS. INIMIGOS. HERÓIS. SANGUE.
Três garotos subiram a montanha, mas nenhum deles voltou…

Ainda muito jovem, Troy Stotts viu sua mãe definhar e morrer diante de seus olhos. Inconformado com a perda, Troy mal fala com o pai, mas encontrou um refúgio para curar sua dor no afeto e na camaradagem de seus melhores amigos: Tom Buller, um rapaz audacioso e destemido, filho de um alcoólatra; Gabriel Benavidez, um garoto inocente e bondoso, mas esperto o bastante para saber que seu pai nunca o considerará digno de herdar o rancho da família; e Luz, irmã de Gabriel, uma garota astuta e valente, por quem Troy é apaixonado desde a infância.
Tudo o que eles querem é passar as férias de verão aproveitando aquilo que Troy chama de cura fantasma, que é quando o tempo parece parar, e então eles não precisam lidar com o passado nem encarar o futuro. Mas antes que o verão termine, os garotos vão trilhar caminhos fatais e perigosos, e vão cruzar com pessoas que mudarão suas vidas: Rose, uma misteriosa anciã que vive sozinha em terras dominadas por cavalos selvagens; e Chase Rutledge, o filho delinquente e arrogante do xerife.
Depois de uma sucessão de eventos terríveis e inesperados, Troy e seus amigos só queriam desaparecer. Mas, em vez disso, eles serão obrigados a enfrentar seus fantasmas interiores e vão descobrir que não há cura alguma que possa impedir ou adiar a morte, a não ser uma cura invisível.



A Bela e o Ferreiro
Tessa Dare

Diana Highwood estava destinada a ter um casamento perfeito, digno de flores, seda, ouro e, no mínimo, com um duque ou um marquês. Isso era o que sua mãe, a Sra. Highwood, declarava, planejando toda a vida da filha com base na certeza de que ela conquistaria o coração de um nobre. Entretanto, o amor encontra Diana no local mais inesperado. Não nos bailes de debute em Londres, ou em carruagens, castelos e vales verdejantes… O homem por quem ela se apaixona é forte como ferro, belo como ouro e quente como brasa. E está em uma ferraria…
Envolvida em uma paixão proibida, a doce e frágil Diana está disposta a abandonar todas as suas chances de um casamento aristocrático para viver esse grande amor com Aaron Dawes e, finalmente, ter uma vida livre! Livre para fazer suas próprias escolhas e parar de viver sob a sombra dos desejos de sua mãe. Há, enfim, uma fagulha de esperança para uma vida plena e feliz. Mas serão um pobre ferreiro e sua forja o “felizes para sempre” de uma mulher que poderia ter qualquer coisa? Será que ambos estarão dispostos a arriscar tudo pelo amor e o desejo?

Depois da chuva
Maria Clara Mattos

Se a vida é a ficção que existe entre a verdade e a mentira, será que um escritor pode roubar a alma de uma pessoa?
Laura gostava de chuva… a garoa era reconfortante. Sua vida era perfeita como um lago de águas calmas: ela era uma editora consagrada, tinha um marido amoroso e uma filha carinhosa e esperta. Mas quando Edgar apareceu em seu escritório com um semblante misterioso e o manuscrito de uma história ruim, ela sentiu que uma tempestade estava prestes a começar. Algo nele era tão desconcertante que Laura não conseguiu dispensar aquele arremedo de escritor.
Edgar estava no olho do furacão. Era um cara viajado, interessante, falava vários idiomas, mas não estava preparado para ser pai nem para a aspereza de um casamento sem afinidades. Ele nunca se sentiu atraído pela trivialidade de uma vida cotidiana, mas tampouco lhe interessava a ideia de ser trocado, de ver sua mulher se apaixonar por um exemplar corriqueiro de terno e gravata, e testemunhar a aproximação entre sua filha e um pai que não era ele. Decidiu que não aceitaria isso de mãos atadas.
Foi numa avenida com jeito de encruzilhada que eles se encontraram. Que se olharam, mas não se viram. Mas foi na Literatura que eles se perceberam, se descobriram… E quando duas vidas se cruzam no meio de uma tarde chuvosa, o amor pode vir de onde a gente menos espera.
Mas o que acontece quando o amor acaba? Quando cada esquina é uma possibilidade de encontro e cada curva é uma chance de recomeço, como saber qual caminho seguir?

Click
Como resolver problemas insuperáveis
David Niven

O que algumas pessoas têm em comum? O que as difere das outras? Genialidade? Fama? Ou uma habilidade única de enxergar cada problema não como uma crise, mas como oportunidade de crescimento?
Abandonar o barco antes de um grande fiasco, ou continuar as filmagens com os recursos que tinha e produzir o que poderia ser a maior chacota cinematográfica de todos os tempos? Trabalhando contra o tempo, com um orçamento apertado e com um projeto de tubarão branco robótico que se parecia com um grande marshmallow molhado, o então jovem diretor Steven Spielberg se viu diante de um possível fracasso. Mas, ao decidir que não se focaria nos problemas, ele criou Tubarão, uma obra-prima imortal do cinema, vencedora de três Oscar.
Nenhum professor prezava as ideias notáveis e as perspectivas totalmente originais que um aluno problemático era capaz de produzir, pois se admitisse que aquele garoto chamado John Lennon era brilhante e uma grande promessa, teria de reconhecer que ele podia ter mais a lhe ensinar do que o contrário.
Clint Eastwood dirigiu diferentes atores, como Gene Hackman, Sean Penn, Tim Robbins, Morgan Freeman e Hilary Swank. Como ele extraiu de todos eles atuações vencedoras do Oscar?
Com uma narrativa simples e prática, David Niven desvenda a fórmula infalível para se resolver qualquer problema e nos mostra a importância de deixar para trás posturas e comportamentos que nos condicionam a pensar e agir sempre do mesmo modo ineficiente.

Lançamentos da Vestígio

Jack, o Estripador em Nova York
Stefan Petrucha

Carver Young sonha ser um detetive, apesar de ter crescido num orfanato, tendo apenas romances policiais e a habilidade de abrir fechaduras para estimulá-lo. Entretanto, ao ser adotado pelo detetive Hawking, da mundialmente famosa Agência Pinkerton, Carver não só tem a chance de encontrar seu pai biológico como também se vê bem no meio de uma investigação de verdade, no encalço do cruel serial killer que está deixando Nova York em pânico total. Mas quando o caso começa a ser desvendado, a situação fica pior do que ele poderia imaginar, e sua relação com o senhor Hawking e com os detetives da Nova Pinkerton entra em risco. À medida que mais corpos aparecem e a investigação ganha contornos inquietantes, Carver precisa decidir: de que lado realmente está? Com diálogos brilhantes, engenhocas retrofuturistas e a participação de Teddy Roosevelt, comissário da polícia de Nova York que viria a ser presidente dos Estados Unidos, Jack, o Estripador em Nova York desafiará tudo o que você pensava saber sobre o assassino mais famoso do mundo. E o deixará sem fôlego!

Zulu
Caryl Férey

Quando criança, Ali Neuman fugiu de sua terra natal para escapar das milícias do Inkatha, em guerra com o partido rival, o Congresso Nacional Africano. Ele e sua mãe foram os únicos membros da família a sobreviver àqueles anos de terror, e Ali carrega traumas, emocionais e físicos, que não compartilha com ninguém.
Hoje chefe da polícia criminal de Cape Town, vitrine da África do Sul, Neuman tem que lidar com dois terríveis flagelos que assolam a primeira democracia da África: a violência e a AIDS. Seu trabalho se complica quando a filha de um ex-campeão mundial de rugby da elite branca é encontrada brutalmente assassinada, com vestígios de uma droga desconhecida no sangue. Ali Neuman, Dan Fletcher – o jovem braço direito do capitão zulu – e o turbulento tenente Brian Epkeen parecem andar em círculos na investigação, seguindo uma pista falsa após a outra, enquanto a carnificina se intensifica. Ainda que o apartheid tenha sido extirpado da cena política, velhos inimigos continuam agindo à sombra da reconciliação nacional.
Carregado de violência e desvelado por um texto primoroso e premiado, Zulu é um raio-x estarrecedor da realidade criminal de uma nação marcada por desigualdades e contradições.


Silenciadas
Kristina Ohlsson


Quinze anos atrás: uma adolescente é surpreendida enquanto colhia flores para a celebração do solstício de verão e brutalmente violentada. No presente, um homem é morto em um atropelamento. Ele não tem nenhuma identificação e não é reportado como desaparecido. Ao mesmo tempo, um sacerdote e sua esposa são encontrados mortos em um aparente duplo suicídio. Fredrika Bergman, juntamente com a equipe de investigação de Alex Recht, é encarregada de casos aparentemente desconexos. A investigação leva a uma rede de contrabando de pessoas: um novo agente a operar rotas de imigração ilegal a partir de Bangkok, Tailândia. À medida que a polícia desmantela o esquema, começa a se revelar uma trilha que remonta à década de 1980, a um crime não denunciado, mas cujas consequências irão muito além do que qualquer um poderia esperar.

Spotlight
Segredos Revelados
The Boston Globe

Spotlight – Segredos Revelados conta as descobertas da real investigação feita por um grupo de corajosos jornalistas, ganhadores do Prêmio Pulitzer em 2003, que denunciaram uma sucessão de abusos sexuais, obrigando a Igreja Católica a prestar contas. Em janeiro de 2002, o jornal The Boston Globe publicou uma série de reportagens que chocou o mundo. Centenas de crianças em Boston foram molestadas sexualmente por padres – certos de sua impunidade, eles agiam com o aval das autoridades religiosas, que acobertaram seus crimes por décadas. As reportagens revelaram a obscena quantia gasta pela Igreja Católica com acordos para comprar o silêncio das vítimas cujas vidas foram devastadas por pedófilos que vestiam hábito e tinham o Pai Nosso na ponta da língua. A denúncia abalou as estruturas da Igreja Católica e deixou milhões de fiéis no mundo inteiro estarrecidos, furiosos e indignados: a instituição que deveria servir e proteger a comunidade usou sua poderosa influência para se resguardar do escândalo. Este livro, que inspirou o filme Spotlight, indicado ao Oscar 2016 em 6 categorias e vencedor em Melhor Filme e Melhor Roteiro Original, é uma exposição violenta e importante do abuso de poder cometido por uma das mais altas esferas da sociedade.

Lançamentos da Autêntica

O casaco de Marx
Roupa, memória, dor
Peter Stallybrass

Em O casaco de Marx, Peter Stallybrass, em três ensaios que misturam teoria social e lirismo, política cultural e histórias pessoais, literatura e teoria econômica, traça um amplo panorama da poética e da política da roupa. Ele nos faz pensar sobre nossa relação com as roupas e com as coisas em geral. Descreve as roupas como objetos que se moldam à nossa forma humana, à nossa memória, e que carregam a nossa marca. Essa marca se torna mais evidente quando temos de lidar com as roupas deixadas por nossos mortos. Além de lançar mão de episódios de sua própria vida, Stallybrass percorre a vida de Karl Marx para saber o que acontecia com seu casaco quando escrevia O capital.

Caixa O belo perigo e A grande estrangeira
Michel Foucault

Até agora inéditos no Brasil, O belo perigo e A grande estrangeira não são textos filosóficos convencionais, têm a singularidade de proporcionar ao leitor a chance de apreciar um dos maiores filósofos contemporâneos falando de si na primeira pessoa. Aqui, manifesta-se um Michel Foucault até então invisível para os leitores.
O belo perigo é um pequeno grande livro que aborda a relação afetiva de Foucault com a arte da escrita – suas potencialidades, limitações e perigos. Em uma entrevista brilhantemente conduzida pelo crítico literário da revista Arts, Claude Bonnefoy, em 1968, destaca-se o Foucault escritor, pensador engajado e crítico permanente de seu próprio pensamento.
A grande estrangeira traz registros de intervenções orais de Foucault realizadas entre 1963 e 1970. Os primeiros textos são transcrições de dois programas de rádio transmitidos em janeiro de 1963, em que o filósofo prolonga suas reflexões de A história da loucura. Há aqui também duas conferências: uma de 1964, sobre linguagem e literatura, e a segunda, de 1970, dedicada ao Marquês de Sade. O livro nos permite descobrir o Foucault leitor – voraz, exigente e brilhante –, além de sua complexa, crítica e estratégica relação com a literatura.

O tempo que resta
Um comentário à Carta aos Romanos
Giorgio Agamben

Num de seus primeiros livros, Infância e História, Giorgio Agamben sustenta que a cultura moderna não conseguiu elaborar uma ideia do tempo de acordo com sua concepção da história. Isso se deve, explica, à herança grega que, para além de suas diferenças, segue presente na representação cristã do tempo que a cultura moderna secularizou. De fato, retomando uma expressão de Santo Agostinho,
quer se trate do círculo, quer se trate da linha, ou seja, da temporalidade circular dos antigos ou da linearidade dos cristãos, o tempo é sempre concebido como uma sucessão contínua de pontos. E, desse modo, a experiência cristã do tempo permanece presa na subordinação ao espaço.
O presente trabalho procura confrontar esse duplo desafio: trazer à luz a experiência cristã do tempo, isto é, do tempo do Messias, para dispor de uma ideia do tempo à altura da dimensão histórica do homem.
Dividido em seis jornadas, o autor se ocupa das dez primeiras palavras da Carta de Paulo aos romanos. Cada uma delas é objeto de um comentário erudito que se alimenta das mais diversas fontes: da própria Escritura, da filosofia, dos midrashim judaicos, do direito romano, da literatura, etc. Todas se encaminham para o mesmo lugar, até um agora que já não é um ponto na sucessão do círculo ou da linha, mas um tempo que resta, que se contrai para abrir o presente à sua dimensão mais íntima.
Dois livros de Agamben são originalmente seminários, A linguagem e a morte, em que aparece pela primeira vez a figura do homo sacer, e o presente trabalho. Na minha opinião, eles representam, em grande parte, os pilares conceituais de sua vasta obra.

Inventamos ou erramos
Simón Rodríguez

No Brasil, Simón Rodríguez é um ilustre desconhecido. Suas obras não foram traduzidas para o português e têm sido muito pouco lidas nestas terras. Em certo sentido, não parece um dado menos importante que, nas paragens de Paulo Freire, Simón Rodríguez – que deu um sustento filosófico notável à educação popular no século XIX e talvez seja o primeiro idealizador e realizador de uma escola popular de verdade, absoluta, sem condições – quase não tenha sido lido no Brasil. Acreditamos que é necessário impulsionar essa leitura e confiamos que a tradução da antologia que apresentamos aqui seja um dos primeiros passos de um caminho muito mais extenso.
Maximiliano Duran
Walter Kohan
Mestre, andarilho, ímpar em sua maneira de viver e entender o mundo, Simón Rodríguez foi sobretudo um pensador original. Sua abundante produção está atravessada pela defesa da causa social: em vez de proclamar a liberdade e a igualdade de forma abstrata, ele as coloca como base para a transformação da economia e da organização social, criando, por meio da educação, os cidadãos das novas repúblicas.

Lançamentos da Nemo

Orgulho & Preconceito
Jane Austen, Ian Edginton (adaptação) (autoria), Robert Deas (ilustração)

“É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro, de posse de boa fortuna, deve estar atrás de uma esposa.”
Elizabeth e suas quatro irmãs estão impossibilitadas de herdar a propriedade de seu velho pai e enfrentam a ameaça do despejo. As irmãs devem garantir sua segurança financeira por meio do casamento, mas nossa heroína tem outros planos. Ela fez votos de se casar somente por amor. Seu olhar acaba capturado pelo distinto Sr. Darcy, mas quem irá salvar os Bennets? Elizabeth deve se casar por amor ou deve salvar sua família?
Jane Austen se referia a Orgulho e preconceito (1813), o primeiro romance que escreveu, como seu “filho querido” – e gerações de leitores lhe têm dado um cantinho em seus corações desde então. A atração irresistível que ela retrata, entre a vivaz e independente Elizabeth Bennet e o austero e solene Sr. Darcy, se insere entre as maiores, mais românticas e mais engraçadas histórias de amor já contadas.

Placas tectônicas
Margaux Motin

Aos 35 anos, Margaux Motin narra os erros e acertos que abalaram sua existência em páginas repletas de humor e realidade. Uma separação e um novo amor mudam radicalmente sua vida de mulher com trinta e poucos anos de idade; uma época em que decisões abruptas podem levar a consequências desastrosas.

Entre umas e outras
Julia Wertz 

Nesta inebriante graphic novel autobiográfica, Julia Wertz (criadora da cultuada HQ The Fart Party) documenta o ano em que decidiu ir embora de São Francisco, sua cidade natal, para ganhar as ruas desconhecidas de Nova York. Mas não se engane: esta não é aquela história manjada de redenção da jovem que supera todas as adversidades ou bobagens desse tipo. É um livro pra lá de engraçado – às vezes incisivo, é verdade –, repleto de ilustrações divertidas, de um humor ácido e de muita autodepreciação. De quadrinho em quadrinho, Wertz passa por quatro apartamentos toscos, sete empregos sofríveis, problemas familiares, viagens fracassadas e uma infinidade de garrafas de uísque.

Uma morte horrível
Pénélope Bagieu

Zoé trabalha em excesso e ainda precisa suportar o namorado desempregado e grosseiro. Até que cruza o caminho de Thomas, um escritor de sucesso à procura de inspiração.
Nada intelectual, ela não sabe diferenciar Balzac de Batman, mas vai ter que ficar esperta… porque Thomas esconde um segredo que coloca Zoé no meio do que pode se tornar o escândalo literário do século.
De uma das quadrinistas mais conhecidas da França, Uma morte horrível é uma história de amor e ambição com uma heroína inesquecível.

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3 comentários :

  1. Estou querendo ler esses da Tessa Dare, o gênero é um que gosto muito.
    E o Silenciadas também chamou atenção. Já vi resenha e parece ser um baita livro. E esse do A cura invisível também gostaria de ver mais dele, parece ser bom pela sinopse. Tem bastante lançamento legal e variado.

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  2. O que eu gosto nessa editora é que ela lança as séries rapidinho!! Não fica fazendo doce como uma e outras por ai...

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  3. Autêntica sendo linda publicando um gênero que é meu xodó, romances de época. E publicando tudo rapidinho ♥

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Feliz dia!!!

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