Resenha: Defesa Pessoal - Lori Foster

29/07/2015

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Defesa Pessoal
Primeiros Sucessos # 54
Lori Foster
Ano: 2014 / Páginas: 256
Idioma: português
Editora: Harlequin Brasil




Sem saber, a jornalista Regina Foxworth entrou em uma roubada. Agora, sua vida corre perigo, mas seus pedidos de ajuda foram ignorados por todos inclusive pela polícia da pacata cidade de Chester, Ohio.


A única pessoa que acreditou nela foi Riley Moore, ex- agente e instrutor de defesa pessoal. Ao ver a fragilidade de Regina, ele assume a missão de ensiná-la técnicas de defesa avançadas. Mas durante as aulas particulares, torna-se impossível para Regina se concentrar nos golpes especialmente quando Riley a prende ao tatame.




É um livro bonzinho mas que demorou para engrenar. E como sempre, a culpa foi da mocinha.
Não sei o que dá nessas autoras para fazer um mocinho tudão, gostosão e tudo mais e colocam uma mocinha chatinha e insonsa para fazer par com ele. Sinceramente, não dá, não funfa!


A mocinha é uma jornalista, que está tomando aulas de defesa pessoal com o Riley, pois ela está se sentindo ameaçada, por vários incidentes que tem acontecido. E mesmo se sentindo ameaçada, ela continua acreditando no melhor das pessoas, e ninguém quer de fato o mal dela (apesar de incidentes que provam o contrário). E para dar uma sossegada no mocinho ela resolve arrumar um cão de guarda; um grande, feroz e sanguinário chihuahua.


O Riley, coitado, tem um trabalhão danado para enfiar um pouco de bom senso na cabecinha oca dela. Nem parece que a Reg é uma mulher independente de tão sonsa que ela é. Sabe aquelas pessoas que não convencem? Que você não sabe se são ingênuas mesmo ou se estão fazendo tipo? Pois é, eu fiquei se saber qual era a dela o livro inteiro. Para mim, a história não colou direito.


Cris Paiva


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6 comentários :

  1. Nossa Cris, vc ficou decepcionada mesmo com a história. Fiquei imaginando o quanto a mocinha é imatura, medrosa e cheia de manhas. Gosto quando os livros tem uma pegada de defesa, um dia ele estará em minha lista de leituras recentes.
    Pode parecer sem pá nem cabeça a contradição acima, mas nos temos uma imaginação em controvérsia mesmo.

    Bjsss

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  2. Olaaaaa
    Nao conhecia essa autora ainda, mas na verdade, nao conheço quase nenhuma das escritas hots kk apenas aquelas famosonas mesmo! Como deu pra perceber, nao sou fa do estilo, entao acabo passando :/ Mas pela resenha, acho que a historia nao é tao boa nao neh? ja que demorou para conquistar...

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  3. Este é o próximo livro da Lori que pretendo ler, e confesso que fiquei desapontada com a descrição da mocinha - chatinha e insonsa, e que mesmo depois de todos os "acidentes" não se toca que está sendo ameaçada. Mas acredito que vale apenas ler, afinal você classificou como sendo bonzinho, sem falar que é da Lori, e um mocinho tudão compensa essa mocinha sem graça, não é mesmo?! ;)
    Bjos!

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  4. Adoro Lori pelos ótimos mocinhos, mas a detesto pela maioria das mocinhas chatas. Riley é mesmo tudão e tem uma paciência de Jó pq eu, a certa autora, comecei a desejar que um desses "acidentes" fosse fatal.

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  5. É esse também não me ganhou.
    Eu só li um da Lori, o Fantasia, e amei, apesar de achar a menina de mais de 20, parecendo uma criança de 7.
    Com um gostosão lá, que olha, Jesus, que homem!!! kkkk
    Daí ela tinha um trauma, fortíssimo, reconheço, eu no lugar dela, surtava também.
    Só que depois de dar uns pegas, perde o trauma, fica tudo normal?? COmo assim? Precisava de drama de verdade, não de manha! kkkk mas foi um bom livro e li super rápido, recomendo kkkk
    bjooos

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  6. Leticia Ramos de Mello Oliveira31 de julho de 2015 19:26

    Se esse chihuahua for como o Adão do filme do Caras de Pau (O baseado na série da Globo. Não confundam com o filme Os Irmãos Caras de Pau), com certeza ele é sanguinário e assassino. Só de lembrar a cena do filme ao escrever isso, já estou rindo e imaginando o que a chihuahua da Regina iria fazer com o Riley.
    A Regina podia ter dado uma mocinha mais forte, pois tem esse pretexto da mulher independente, que sabe que tem pessoas boas no mundo, mas desconfia sempre das más. Afinal, nem a policia quis ajudar ela, o que para uma jornalista já podia acender o alerta de algo errado, o que a Regina não faz. E jornalistas investigam o que está acontecendo e não fica achando que todo mundo vai ajudar por ser a jornalista que corre risco de morte. A Lori pecou muito na criação da Regina, pecou mesmo.

    Um abraço!

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