Resenha: As sete irmãs - Lucinda Riley

28/04/2015

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As Sete Irmãs
"The Seven Sisters"
As Sete Irmãs # 1 - Maia
Lucinda Riley
Ano: 2014 / Páginas: 560
Idioma: português
Editora: Novo Conceito




"Meus dedos tocaram a selenita em meu colar. Tudo o que podia imaginar era que ele foi mandando comigo, como uma espécie de recordação, talvez por minha mãe, quando Pa Salt me adotou. Ele dissera, quando me deu o presente, que havia uma história interessante pode trás daquela joia... Ele esperava que eu perguntasse. E eu desejava com todo o coração, naquele momento, ter perguntado."


Agora que Maia e suas irmãs perderam o pai, cada uma delas tem em suas mãos a decisão de buscar ou não a verdade sobre sua família biológica. Maia não resiste ao chamado do passado e é atraída até o Rio de Janeiro, onde, auxiliada pelo escritor Floriano, irá mergulhar em uma história quase centenária.
Nos anos 20, uma paixão devastadora entre uma aristocrata brasileira e um escultor francês é sufocada pelas convenções sociais. Uma pequena placa de pedra-sabão eternizou o amor de Izabela e Laurent, selando o destino de Maia.
A escritora best-seller Lucinda Riley mergulhou na cultura e na história do nosso país para conhecer de perto os mitos e verdades sobre a construção de um dos mais emblemáticos monumentos à nossa fé: o Cristo Redentor. O resultado dessa experiência é uma trama surpreendente e sensual, recheada de elementos exóticos. A partir do momento em que, junto com Maia, aterrissamos no Rio de Janeiro, não vamos nos separar dela enquanto não decifrarmos os segredos de seu passado.
E esse é apenas o começo da viagem.



Olá!


Confira a resenha do livro As sete irmãs da autora Lucinda Riley. Será uma série de sete livros.


Pa Salt é extremamente rico, discreto e solteiro e mora em Atlantis, num castelo isolado, às margens do lago Léman naSuíça.


Em suas viagens a negócio pelo mundo, adota suas seis meninas. Como ele é muito reservado, suas filhas não sabem quais são os negócios do pai, exceto Georg Hoff, o advogado da família.


Elas crescem e seguem a vida fora do castelo, com exceção de Maia, a mais velha, que é tradutora. Ela mora num pavilhão vizinho ao castelo.


O pai morre e é sepultado no oceano, conforme seu desejo.


Marina, a governanta se encarrega de informar às filhas o ocorrido.


Num determinado momento, Maia observando os objetos de seu antigo quarto, se depara com um colar de selenita, presente do pai quando ela completou 16 anos. É mais velha que ela e vem com uma história.


“Seu pai ia lhe contar a história do colar um dia.”
Cada filha que chegava, externava a dor de forma diferente, de acordo com a personalidade de cada uma.


“Maia, a beldade; Ally, a líder; Star, a pacificadora; CeCe, a pragmática; Tiggy, a diligente; e Eletra, a bola de fogo.”
Ali, reunidas, marcaram encontro com o advogado da família que logo as tranquilizou quanto à questão financeira.


O pai das meninas não deixou que elas vivessem como princesas preguiçosas. Por isso, uma vez formadas, tomaram o rumo de acordo com a profissão escolhida.


O advogado as conduziu ao jardim para lhes mostrar uma curiosa escultura de seis anéis., tratava-se de uma esfera armilar. Cada anel trazia o nome da cada uma das filhas e uma inscrição. Maia promete traduzi-las.


Cada uma recebeu também uma carta escrita pelo pai antes de morrer.


Maia abre a sua carta e encontra um ladrilho triangular, intrigante pista sobre sua verdadeira origem.


Imediatamente acessa o Google Earth e o local do seu nascimento foi revelado: Casa das Orquídeas, Laranjeiras, Rio de Janeiro, Brasil.


Em 24 horas, Maia já atravessara o mundo e se encontra diante de uma mansão em ruínas, do século XVIII. Ela vê no jardim uma estátua de mulher, e, sob as árvores, uma senhora idosa, senhora Carvalho, e sua governanta que, ao olhar para Maia, fixa os olhos no colar de selenita que Maia usa. Seu coração acelera. Ela volta ao hotel, pois não foi bem recebida ali.


Ela se encontra com seu editor brasileiro Floriano Quinteles que a leva para conhecer o Corcovado e lhe conta que o exterior do Cristo Redentor é composto de um mosaico de peças triangulares de pedra sabão. Ela começa a juntar as peças de sua história.


Há oitenta anos, o pai de Izabela Bonifácio, apesar de muito rico, não mede esforços para que a filha se case com alguém da aristocracia carioca.


Um arquiteto, Heitor da Silva Costa, que trabalhava na estátua do Cristo, precisava ir a Paris finalizar o projeto, pois precisava de um escultor.


Izabela acompanha a família na viagem, antes de seu casamento, pois era noiva de um jovem da elite.


Em Paris, no ateliê de Paul Landowsky, o escultor, ela conhece um jovem artista Laurent Brouilly que a convence a posar para ele para fazer sua escultura. Ele encantara-se pela jovem Izabela que é noiva e sua história de vida se encontra do outro lado do mundo…, mas Izabela não será mais a mesma.


É uma fascinante história de amor, perda, segredos e surpresas que a vida nos reserva. Recomendo


A autora passou uma temporada morando no Brasil para fazer pesquisa e escrever esta linda história de amor ficcional, mas baseada na história real do Cristo Redentor, na época em que foi construído. Também mostra muito sobre os hábitos e pessoas do Rio. Não é segredo que ela adora nossa país :)


Junto com o livro recebemos um documentário sobre o Cristo Redentor.


A capa é muito bonita, a diagramação agradável à leitura.


Rosana Gutierrez



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4 comentários :

  1. Achei interessante a autora escrever a história ambientada no Brasil, sem falar que ela passou uma temporada no Brasil para conhecer o país e assim escrever a história, fiquei curiosa para saber o ponto de vista dela em relação ao nosso país, e é claro, a sinopse e a resenha do livro também despertou minha curiosidade!
    Bjos!

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  2. A sinopse não dá a dimensão do que é a história, o cuidado que a autora teve com o detalhes... e, cá entre nós, tenho pra mim que Lucinda é brasileira, só que ela não sabe disso hahahahahaha

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  3. ELIZABETH MACHADO SALLES29 de abril de 2015 05:08

    Já havia lido algo a respeito da história,mas não tão bem resenhada como esta. E gostei do que vi aqui. Não esperava me identificar tanto assim com a trama. Vou procurar ler e tentar acompanhar a série.
    Beijos.

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  4. Leticia Ramos de Mello Oliveira30 de abril de 2015 18:29

    Fico me perguntando o que vai acontecer com as próximas edições desse livro, já que os próximos livros da série As sete irmãs vão ser publicados pela Arqueiro: Será que ele vai passar também para a Arqueiro, ou continuará na Novo Conceito, mesmo causando uma pequena confusão? Pelo menos, sei que a Arqueiro é sincera e vai explicar sobre As Sete Irmãs no lançamento do próximo livro.
    A Lucinda é uma escritora maravilhosa e todo mundo que lê diz que sua escrita toca e consegue ir do passado para o presente em poucas páginas. E sim. a pesquisa dela no Brasil foi muito boa, pois conseguiu escavar (com ajuda do documentário que a inspirou, que veio junto com o press kit do livro) uma história que poucos brasileiros sabiam do Cristo Redentor.

    Um abraço!

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