Resenha: Submissa ao Guerreiro - Terri Brisbin

24/03/2015

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Submissa ao Guerreiro
Yield To The Highlander - Clã MacLerie
Harlequin Historicos # 147
Terri Brisbin
Ano: 2014 / Páginas: 320
Idioma: português
Editora: Harlequin Brasil




Aidan MacLerie é bravo, destemido e leal ao clã, mas seu coração continua insatisfeito. Até conhecer a deslumbrante Catriona MacKenzie. Por ser uma mulher casada, Aidan jamais teria permissão para possuí-la. Mesmo assim, busca sua total rendição a cada beijo Quando o marido de Cat é derrubado no campo de batalha,ela fica sem recursos e com a reputação em farrapos. Aidan é o único homem com poder para protegê-la. Cat precisa apenas se submeter ao seu coração de guerreiro…



Sabe o sentimento quando você começa a ler um livro e descobre logo no comecinho que o mocinho é um safado? E o pior é que não estou falando daquele safadinho engraçadinho.


Aidan se encanta por uma mulher da aldeia mas descobre que ela é casada com um dos guerreiros de seu pai. E como filho mais velho, cheio de privilégios, decide se aproveitar da situação, e mandar o marido dela para longe para poder furunfar em paz. Só que a mulher, Catriona, deixa claro que não quer nada com ele. Ela é casada, teve uma vida dura e não pretende trair o único homem que foi decente com ela. Aidan é mimadinho e inconsequente, e decide fazer o que suas calças estão mandado, e com suas ações acaba transformando a vida de Catriona em um inferno, quando o marido dela morre ao ficar sabendo da “traição”. Se você pensa que a vida da mulher é dificil nos dias de hoje, imagine na idade média, quando uma mulher adultera era apedrejada nas ruas e não era tratada melhor que uma prostituta.


A temática do livro é meio chocante, mas mesmo assim a historia é cativante. Aidan é mais novo que Cat, e cresce e amadurece da pior maneira, pois suas atitudes prejudicaram a mulher de quem ele gosta de verdade e arrasou com a vida dela, enquanto suas atitudes foram vistas somente como “coisa de homem”. Revoltante não?


Como mulher eu adorei ver o sofrimento e o crescimento do Aidan. A autora resolveu aproveitar a história para dar uma boa lição nele, e essa foi a parte que eu mais gostei! Hahaha


Por Cris Paiva


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5 comentários :

  1. ELIZABETH MACHADO SALLES24 de março de 2015 07:59

    Achei a história chocante. Mas naquele tempo e até hoje em dia, vemos casos parecidos como esses. Fiquei empolgadíssima com este livro e espero poder ler. Quero saber como a autora trabalhou esse crescimento no personagem. A coitada da Catriona não merecia passar pelo que li aqui.
    Beijos.

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  2. "Sabe o sentimento quando você começa a ler um livro e descobre logo no comecinho que o mocinho é um safado? E o pior é que não estou falando daquele safadinho engraçadinho." Fala isso, não, mulher, pois ele é o único que falta na minha coleção hahahahahaha

    Terri é assim, ela não suaviza sofrimentos e é isso o que a torna tão boa escritora. Ela consegue envolver o leitor de tal forma que fica impossível não se sentir pelo menos uma das lavadeiras da história.

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  3. Hummm... não fui muito com a cara da história não. Acho a maior sacanagem esse tipo de atitude como a dele. Não curti mesmo.

    beijos

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  4. Jois, a autora pega bem a realidade da época, então aquelas leitoras que gostam de livrinhos fofos e meigos vão estranhar muito. Eu já sou mais pé no chão, mas mesmo assim fiquei revoltada. Mas eu dei nota 4, então é dos bons!

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  5. Ah, ela trabalhou com bastante realismo e fez os dois comerem o pão que o diabo amassou com a bota cheia de lama, mas compensou e não deixou de ser romântico.

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