Resenha: P.S. Eu Te Amo - Cecelia Ahern

25/01/2015

PS_EU_TE_AMO

P.S. Eu Te Amo
Cecelia Ahern
ISBN: 9788581630625
Ano: 2012 / Páginas: 368
Editora: Novo Conceito




Gerry e Holly eram namorados de infância e ficariam juntos para sempre, até que o inimaginável acontece e Gerry morre, deixando-a devastada. Conforme seu aniversário de 30 anos se aproxima, Holly descobre um pacote de cartas nas quais Gerry, gentilmente, a guia em sua nova vida sem ele. Com ajuda de seus amigos e de sua família barulhenta e carinhosa, Holly consegue rir, chorar, cantar, dançar e ser mais corajosa do que nunca.



Falar desse livro é muito difícil. Parece que nada que eu possa escrever será capaz de lhe mostrar o quanto ele é lindo. Uma história de amor que acabou, um casal que nunca mais vai ficar junto e mesmo assim, um amor inesquecível.


Não disse que é um amor perfeito, longe disso. Era uma história comum, garoto conhece garota, eles se apaixonam, se casam e vivem seu dia a dia como qualquer casal. Brigas, risos, tesão… Até que o impensável acontece, uma doença devastadora vai tirando Gerry de Holly aos poucos até o inevitável…


Esse livro mostra como um amor que achamos comum visto de fora, pode ser grande e intenso. Como alguém pode conhecer o outro ao ponto de saber o que ele exatamente precisa quando estiver sozinho.


A dor de Holly é tão intensa que chega a assustar, não por ser anormal, mas pelo medo de ser contagiosa, pelo medo de que você perca quem você ama também. O que você faria se estivesse no lugar dela.


Todos querem ajudá-la, a mãe, as amigas, os amigos, mas Gerry sabia que Holly não conseguiria funcionar sem ele, então durante meses a ajuda a atravessar a dor de sua morte. Gente, me vem aos olhos lágrimas ao lembrar de cada carta que ele deixa para ela. Aliás como eu chorei lendo esse livro, não houve uma única página em que eu não estivesse chorando, até nas lembranças engraçadas de Holly, eu ria mas com os olhos embaçados.


A cena do Gerry escrevendo a última carta, para mim foi a mais intensa. Porque naquele momento, ele finalmente aceitou que não viveria mais com seu grande amor. A vontade que eu tive foi de pegá-lo no colo e chorar.


Esse meu monte de lágrimas dá uma certa apreensão quanto ao livro não? Mas afirmo a vocês, mesmo não tendo um “Felizes para sempre”, tem muito amor. Não perca a oportunidade de se emocionar com essa história.


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6 comentários :

  1. Oi Elis,
    Uma pena que não compartilho da mesma sensação. Li com altas expectativas e acabei achando um livro comum.
    Sim, o gesto dele foi ótimo, foi lindo, consegui rir bastante com uma determinada cena relatada por ele, mas não me conectei com a trama. Talvez por não ter gostado muito da Holly... kkkk
    O que realmente foi uma pena, esperei me emocionar como tantos leitores mundo afora.

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  2. Quando não gostamos de algum personagem fica difícil mesmo.
    Eu já não me emocionei com o filme..

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  3. Deixa eu confessar: assisti ao filme e odiei!
    Pra mim, Gerry foi um empata o filme inteiro e que mesmo morto não deixou que Holly vivesse, que seguisse em frente. Por conta do filme nem quis encarar o livro.
    Esse dias tava discutindo o filme com a minha sobrinha e ela ama, defende fervorosamente tudo o que Gerry fez.

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  4. Oi Elis.
    Eu comecei a ver o filme, achei muito chato e sai da sala. Adaptações nem sempre são boas né? Mas sempre tive vontade de ler o livro, sempre achei que devia ser mais emocionante que o filme e você me deu essa certeza agora.

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  5. Leticia Ramos de Mello Oliveira28 de janeiro de 2015 15:26

    Olá, Elis!

    O curioso é pensar que a Cecelia escreveu esse livro com apenas 21 e ele acabou sendo um sucesso, seja o livro ou o filme (que não assisti, por isso não posso me ater a comentário sobre ele). Sim, não era uma distopia (mas no momento que ela escreveu, distopias não estavam na moda, mas é só para você se situar) e conseguiu emplacar.
    Acho que pelo fato de maioria do publico conhecer somente o filme e de que, na primeira edição, o livro foi publicado em uma editora pequena, P.S. Eu te amo não chamava muita atenção. Mas a Novo Conceito fez um trabalho bacana na republicação desse livro e mostrou para todos "Ei, esse é o filme que inspirou o livro.".
    Acho que vou sofrer sabendo que não é um "Felizes para sempre", mas como diz Vinicius de Morais, o amor de Holly e Gerry era "infinito enquanto dure". Sei que seria uma leitura sofrida, mas sei que com certeza, ela irá me tocar.

    Um abraço!

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  6. E pensar que eu quase comprei este livro... Agora estou subitamente arrependida de não ter!
    Já assisti o filme e gosto bastante dele, me debulhei em lágrimas ao sentir o quanto é terrível a dor da saudade e não pela distância e sim devido a ausência eterna, graças a morte. Se com o filme me senti mexida e chorei bastante, nem quero imaginar o que seria de mim com o livro rsrsrs Mas o enredo parece ser tão crível que fiquei com muita vontade de ler.

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Oi gente, o blog ganhou um layout novo e como eu migrei do wordpress para o blogger, os posts antigos estão muito bagunçados. Toda mudança gera uma bagunça e não seria diferente por aqui.
Irei arrumando os posts sempre que eu tiver um tempinho, conto com sua compreensão.

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