Resenha: Paixão sem limites – Abbi Glines

15/09/2014

Ciao!!!

 

 

 

Li vários elogios a este livro. Especialmente de analistas em quem confio. Por isso, comprei em um dia de consumismo literário (deu a louca, entrei na livraria e, quando vi, ele saiu comigo... Acho que foi isso que disse à #madrehooligan).

Mas, sinceramente, vou discordar um pouquinho de muita gente por aí...

 

Paixão sem limites – Abbi Glines – Arqueiro

(Fallen too far - 2012)

Personagens: Blaire Wynn e Rush Finlay

 

Após a morte da irmã gêmea e da mãe em cinco anos, a única pessoa que restou à blaire foi o pai. Para encontrá-lo, ela se mudou do Alabama para Rosemary Beach, na Flórida, onde ele morava com a outra família. Só que o pai viajou com a segunda esposa, deixando-a à mercê dos enteados. Rush a recebeu e ofereceu uma espécie de abrigo até eles voltarem da viagem. Enquanto espera, muita coisa vai acontecer e Blaire pode não estar preparada para o que vem por aí...

 

Comentários:

 

- Várias pessoas amaram o livro, se apaixonaram pelo Rush... Aí vai Beta ler o livro e terminar com um “nhaaaaaaaaaaaa”, traduzindo, “é legal, mas não despertou a tiete ensandecida em mim”. Talvez porque da linha “jovens adultos em crise/ com crise a caminho” eu tenha gostado mais do Easy. Talvez porque personagens como o Rush não ganham minha simpatia à primeira vista – tipo que leva as garotas para a cama e as descarta em seguida sem remorso (aqui acrescento o adendo de burrice delas por achar que seriam a redentora que conquistaria o homem inconquistável). E de certa forma, me senti um tanto insatisfeita com a trama que só explode mesmo na reta final e termina sem acabar... Afinal este é o primeiro livro de uma trilogia (mais uma febre do momento, pra que contar algo em um livro se pode render trilogias, quadrilogias, quintetos bla bla bla).

 

- Quem gosta do estilo, temperado com cenas quentes, vai se divertir. A caracterização é muito específica: temos a patricinha mimada vilãnzinha (Nannette) e as amigas; o que tenta ajudar, mas a gente não sabe se há segundas intenções (Woods); a periguete fácil que é ajudada pela protagonista (Bethy); o pai ausente; a segunda esposa amargurada e rancorosa. Rush, o protagonista conquistador luta contra o desejo pela visitante temporária, porque traria um problema gigante. Blaire, a protagonista linda e com um percurso de sofrimento, inocente, mas não burra (amém, isso me evita muito estresse), decide ir até o pai por achar que não tinha outra opção. Mal sabia que havia uma história que ela desconhecia e cujo impacto vai mudar o rumo da vida dela.

 

- O tal segredo – que não vou contar – me fez entender Blaire, porque eu ficaria muito, mas muito irritada (para dizer o mínimo) se algo do gênero fosse escondido de mim. Por uma mera questão de justiça, já ela não está entre os culpados pelo que aconteceu e foi muito injusto pagar e sofrer pelo pato alheio. Mas a gente só percebe uma consequência imediata da explosão da bomba. O restante ficou para os próximos livros...

 

Trilogia Too Far (Sem limites)

 

1. Paixão sem limites - Fallen too far (2012)

2. Tentação sem limites - Never too far (2013)

3. (ainda sem título em Português) – Forever too far (2013)

 

De acordo com o Goodreads, existe uma história chamada Rush too far que cronologicamente está entre os livros 1 e 2. Outros links: informações do livro no site da editora e no Romances in Pink, que teve uma visão melhor que meu poço de chatice e ainda explica os desdobramentos desta série em outras.

 

Bacci!!!

 

... por Beta


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3 comentários :

  1. Tbm não morri de amores pelo livro. Achei esse povo um pouco infantil e Rush o ser mais mimado e egocêntrico de Rosemary Beach, lado a lado com a irmãzinha mala. E que segredo era aquele que toda Rosemary sabia -, menos Blaire, é claro! Fico me perguntando o que esse povo entende por segredo. Pra mim, a autora viajou nessa parte.

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  2. Ah não tenho interesse nessa leitura, apesar de vários elogios que li por aí, mas não me convenceu.
    A única coisa que despertou de leve o meu interesse foi o tal segredo, mas não a ponto de lê-lo., rsrs.
    Bj!

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  3. Eu AMOOOOOOOOOO de paixão esse livro. Ainda não li o terceiro, nem o primeiro do Wood, mas foi por falta de grana... Sabe como é vida de bookaholic pobre, ne? xD

    Acho esse um livro curto, com uma narrativa forte e bem encorpada. Não há cenas “enchimento de linguiça”, cada paragrafo, cada dialogo enriquece mais a historia, e o final da trama tem uma reviravolta ótima, não tão surpreendente, mas perfeita ao contexto de todo o livro.

    Um romance apaixonante, um jogo de convivência familiar complicado, esse foi um dos New Adult que valeu muitíssimo a pena acompanhar.

    Adorei sua resenha!!

    Beijinhos

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