Resenha: Mentiras Genuínas - Nora Roberts

19/08/2014

Genuine Lies
Nora Roberts
Ano: 2013 / Páginas: 630
Idioma: português 
Editora: Bertrand Brasil
Com quase 680 milhões de exemplares vendidos no mundo, traduzidos para mais de quarenta idiomas, em que, somados, permaneceram quase mil semanas na lista de mais vendidos do The New York Times, Nora Roberts apresenta um de seus maiores sucessos: Mentiras Genuínas.
Eve Benedict fez de quase tudo na vida. Foi uma das maiores atrizes da história de Hollywood, ganhou dois Oscar e um Tony, teve quatro maridos e uma legião de amantes. Sua beleza é estonteante, seu poder, inigualável. Não há segredo ou mentira de Hollywood que ela não conheça. Após cinquenta anos sob os holofotes, ela quer passar sua vida para o papel. Mas todos estão a seus pés, implorando para que ela não faça isso. Até que ponto a renomada biógrafa Julia Summers estará disposta a arriscar a própria vida pelos segredos de outra mulher? Mentiras genuínas traz uma história eletrizante de suspense, intriga e romance.
Para isso, Nora Roberts criou um cenário vívido de Hollywood, centro cinematográfico mais importante do mundo, onde muitos mistérios pairam no ar. No fim, por meio de muitas reviravoltas, o leitor terminará o sem acreditar no desfecho. 

Oi Gente!

Eu sei, vocês devem estar a estranhar a presença da minha adorada Nora Roberts na minha lista de livros-trauma, né? Mas é que meu relacionamento com “Mentiras Genuínas” foi, no mínimo, turbulento.

Se fossemos um casal, seriamos um daqueles casos onde os vizinhos chamam a polícia o tempo todo de tanto que eles gritam um com o outro.

Eu reclamei, briguei com ele, larguei ele de castigo na estante e nada resolveu meu caso de antipatia. Não, não foi antitia pelo livro. A antipatia foi total, absoluta e irrevogável ao mocinho dele. Paul Winthrop tem tudo para ser o homem dos nossos sonhos. Ele é escritor, lindo, sensual e tudo mais de bom que pudermos imaginar, mas tem o maior de todos os maiores defeitos existentes: o infeliz fuma!

Sério, gente, eu não aguento personagens que fumam. Não adianta amigas fofas falarem sobre os grandes clássicos da literatura/cinema (Rô!!), apareceu um personagem fumando em cena e estraga todo o qualquer romance que possa existir entre eu e ele. Só de imaginar aquele bafo fedido de cigarro qualquer coisa mais próxima que 10 metros do meu lindo rosto e eu fico mais verde que o Hulk!

Então imagem o meu desespero depois de ter me apaixonado pela Eve Benedict, me encantado pelo Brando e desejado os melhores votos (e o mais quente sexo) para a tímida Julia Summerrs, quando me aparece aquele homem maravilhoso… fumando!

Ain, genteeeemmmm, eu queria morrer! Morrer e matar a Nora!

Sei bem que era característico da época (afinal ele foi publicado em 1991), mas me dá um abuso toda vez que encontro um personagem da Nora fumando.

O livro é maravilhoso, gente. Eu adorei todas as partes dele onde não tinha esse mocinho fumando. A Eve Benedict é maravilhosa, a trama do livro é incrível e você chega ao final dele sem encontrar uma única falha. Mas aquele mocinho fumando em todas as cenas e ainda em mais algumas é absolutamente insuportável.

Não dá, não consegui me desligar da antipatia mesmo depois daquele final maravilhoso. Mesmo sabendo que o Paul foi essencial para a trama e mesmo as manias mais irritantes fizeram sentido, eu desejaria muito mudar ele um pouquinho. (ou talvez um montão!)

Beijos!
Barbara Santiago

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